Desenvolvimento

O que um déficit fiscal esconde?

O déficit fiscal encobre duras disputas de interesses. A ocultação é impulsionada porque muitos dos interesses em jogo não podem ser defendidos abertamente, tanto privilégios ou vantagens para alguns como prorrogações ou prejuízos para a maioria da população. Um véu de opacidade torna difícil conhecer como é decidida a composição do gasto público, a estrutura das rendas do Estado e a forma de financiar o déficit fiscal. Se esconde o impacto e se escamoteia o custo de oportunidade de cada uma dessas críticas decisões. Em democracias capturadas é uma das maneiras como se consegue impor flagrantes desigualdades.

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Excelência produtiva e projeção comunitária, não mais o pior para os pobres

É insustentável, além de sumamente pernicioso, oferecer às pessoas em situação de pobreza conhecimentos e tecnologias de descarte, longa prática baseada em ignorância ou preconceitos. Não é certo que não possa ser oferecida excelência produtiva e de gestão aos que nada ou pouco têm. Existem os recursos e as modalidades organizativas e financeiras para incluir como produtores esses imensos segmentos populacionais. Só requer um firme e esclarecido apoio político, estabelecer desenvolvedoras e fideicomissos específicos, e respeito, muito respeito.

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O engano e o ocultamento no neoliberalismo

Poderiam se manter no poder governos que explicitassem que suas políticas e atos executivos defendem interesses minoritários e não o bem-estar geral e o cuidado com o meio ambiente? Se não acudissem ao engano e ao ocultamento, não haveria represas que pudessem conter o clamor popular de transformar uma situação que lastima e submete imensas maiorias. Os contos do vigário são necessários ao neoliberalismo e a outros regimes de governo para funcionar e se reproduzir no tempo.

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A utopia de um Fideicomisso Dignidade

Quem concentra a riqueza e o consequente poder de decisão estará disposto a ceder seus privilégios gratuitamente? Fariam-no se entendessem que a humanidade foi espremida em uma rua sem saída de imprevisíveis consequências? Poderia alguma vez primar por uma responsabilidade existencial afastada cobiça sem fim, o destrutivo egoísmo, os permanentes maus-tratos ao Planeta?

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