Compartilhar esforços com justa distribuição de resultados

Os dominadores sempre prometeram futuros venturosos (e o seguem fazendo) enquanto lucram desaforadamente presente após presente; o tal futuro venturoso serve de cenoura para incautos. É canalhice convocar a “compartilhar” os esforços sem assegurar que os resultados não serão apropriados pelo privilégio mas distribuídos para reduzir a desigualdade de renda e, oxalá, a desigualdade patrimonial. De outro modo, a indigna concentração de riqueza e o consequente poder de decisão se agigantará mais e mais. Nem o saneamento fiscal nem o desmonte do superendividamento soberano devem ser despejados sobre os mais vulneráveis: que o afrontem os grandes evasores que fogem com capitais mal havidos.

Por mais que com enganos, mentiras, repressões se submetam nossas mentes e formatem nossa subjetividade, é crítico e possível mudar de rumo e transformar a forma de funcionar que nos foi imposta. Haverá que se esclarecer para poder esclarecer e unir-nos em sólidas organizações que saibam superar fátuos divisionismos, que integrem grupos e perspectivas com mais em comum que diferenças. A experiência ensina que haverá que se cuidar com manipuladores e aqueles propensos a trair por pagamento ou por migalhas de poder.

Ninguém disse que é simples mas é para o bem-estar dos povos e o cuidado ambiental do precioso planeta que nos abriga.

Cordiais saudações,

Os Editores

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