• Maldades e esperanças no transcorrer da humanidade

    Em mais de uma ocasião, as democracias são tomadas por assalto aproveitando os defeitos dela. Os salteadores servem-se dos métodos democráticos para obter o poder e, depois de tê-lo conquistado, recusam aos seus adversários todos os meios que quando eram oposição lhes tinham sido concedidos; e já instalados procuram destruir o devir democrático. Por causa desse perigo -sempre latente-, as democracias podem morrer por via democrática tanto ou melhor do que por um golpe ou colocação militar. A matéria A estratégia do Behemoth analisa este dramático desafio à convivência democrática em termos globais mas foca em particular no processo eleitoral dos Estados …

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  • Mais do que assistência social, apoio de excelência à economia popular

    A economia popular precisa muito mais do que assistência social para integrar-se plenamente ao desenvolvimento nacional. É imprescindível ela ser considerada ao estabelecer medidas macro-econômicas e de desenvolvimento produtivo, não como um programa solto, desvinculado das grandes decisões de política econômica. Um efetivo sistema de apoio pode transformar a economia popular em um alicerce estratégico para obter um desenvolvimento justo e sustentável na América Latina e na África. O imenso e heterogêneo espaço da economia popular sói ser ignorado ou, na melhor das hipóteses, enfocado como botim eleitoral a través de programas assistenciais que não mexem nas circunstâncias nas que …

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  • A estratégia do Behemoth

    William Blake, Behemoth e Leviatã, ilustração para oLivro de Job A desordem promovida pelo poder não é nem sequer ou somente um sintoma de incapacidade, mas uma estratégia de destruição das instituições democráticas mediante a confusão e a distração. Depois virá a repressão. Na escatologia bíblica (Livro de Job), dois monstros arrasam a humanidade e desafiam a Deus. Um deles é Leviatã, que tem forma de uma serpente que surge do mar para engolir os outros seres. Thomas Hobbes usou-o como símbolo para representar o Estado. O argumento dele é sintetizável: a condição humana (concorrência e inveja) conduz à uma …

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  • Hiroshima, Nagasaki, nós

    Em 75 anos, nós temos aprendido alguma coisa? Em 6 de agosto de 1945 foi solta a primeira bomba atômica, sobre Hiroshima. No terceiro dia ninguém ressuscitou: soltou-se a segunda atômica, sobre Nagasaki. Duas bombas, preventivas? dois escarmentos, pacifistas? Mais de 260 mil mortos em um par de instantinhos: o equivalente em vidas a 88 Torres Gêmeas. Com aqueles 6 e 9 de agosto, começou uma nova Era? A condição humana subiu ao menos um degrau? O respeito pelo diferente superou a tolerância? Ou nós desenvolvemos mais um pouco o músculo da hipocrisia? Em fim: além do prodigioso crescimento de ciência e …

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  • Iniciativas

    Esmiuçando os Estados Unidos The Unraveling of America   Rede de Justiça Fiscal (Tax Justice Network) – Biblioteca Our new tax justice monthly podcast in Portuguese: nosso novo podcast em português Patti Smith e Joan Baez, ‘People Have The Power’

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  • Reflexões

    Sobre gerar medo e ódio Na era das redes sociais, os mitos ou “ilusões necessárias” para gerar medo e ódio têm um acréscimo essencial: a tarefa do manipulador, que é ativar e levar ao paroxismo as tendências -manifestas ou latentes- do eleitorado a través da penetração nas contas de milhões de usuárias e usuários do Facebook. Marcelo Justo No que diz respeito ao antagonismo O antagonismo não é a condição para a violência mas, ao contrário, a transformação dela, sempre que a ponha em evidência, lhe dê expressão e vias de resolução. A violência, em todo caso, se espalha quando …

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