Revista Mensual y Gratuita
Nº117, mayo 2013
Sem deixar que números se interponham no caminho de uma boa história, especialistas e fazedores de políticas têm, por igual, clamado que bancos de desenvolvimento chineses vêm se envolvendo em acordos financeiros por baixo do custo real, de modo que tiram da competição financiamentos Ocidentais da América Latina. Nem tão simples, nem tão rápido, de acordo com levantamentos de um novo estudo de minha coautoria intitulado: The New Banks in Town: Chinese Finance in Latin America. [1]
Never letting data get in the way of a good story, pundits and policy-makers alike have clamored that Chinese development banks are engaged in “low-ball” finance that is out-competing Western finance in Latin America. Not so simple, not so fast, according to findings in a new study that I co-authored titled “The New Banks in Town: Chinese Finance in Latin America.”
Sin dejar nunca que los datos se interpongan en el camino de una buena historia, expertos y hacedores de políticas por igual claman que los bancos chinos de desarrollo han estado ofreciendo acuerdos financieros por debajo del costo real desplazando de este modo el financiamiento occidental en América Latina. No es tan sencillo ni tan rápido, según los hallazgos de un nuevo estudio del que fui coautor titulado ‘The New Banks in Town: Chinese Finance in Latin America’ (“Los nuevos bancos: financiamiento de China en América Latina”).
Government borrowing has been a feature of the world economy since the founding of nation states, and a cornerstone of the development process as well. However, developing country debt crises are also increasing phenomena. Inevitably, with each financial crisis one or more nations find themselves restructuring or defaulting on its sovereign debt commitments. While an important part of the crisis mitigation toolbox in developing countries, sovereign debt restructuring could be deemed illegal under various trade and investment treaties, especially those negotiated with the United States.
O empréstimo governamental é um traço característico da economia mundial desde a fundação dos estados nacionais, e também a pedra fundamental do processo de desenvolvimento. Contudo, as crises da dívida de países em desenvolvimento são também um fenômeno crescente. Inevitavelmente, a cada crise financeira uma ou mais nações se encontra restruturando ou dando o calote em seus compromissos de dívidas soberanas. Enquanto uma parte importante do ferramental da mitigação da crise em países em desenvolvimento, a restruturação da dívida soberana pode ser considerada ilegal sob vários tratados de comércio e de investimento, especialmente os negociados com os Estados Unidos.
El endeudamiento público ha sido una característica de la economía mundial desde la fundación de los estados nacionales así como piedra angular del proceso de desarrollo. Sin embargo, las crisis de deuda de los países en desarrollo constituyen también un fenómeno creciente. Inevitablemente, con cada crisis financiera una o más naciones se encuentran reestructurando o dejando de pagar su deuda soberana. Si bien es parte importante de las herramientas disponibles para mitigar una crisis en los países en desarrollo, la reestructuración de deuda soberana podría considerarse ilegal conforme a lo establecido en diversos tratados de comercio e inversión, especialmente los negociados con los Estados Unidos.
Apesar da reputação de superpotência do Brasil, a América Latina precisa aprender com a China como garantir crescimento econômico futuro
Despite Brazil’s powerhouse reputation, Latin America needs to learn from China to secure future economic growth
A pesar de la reputación de potencia que tiene Brasil, América Latina necesita aprender de China para asegurar un futuro crecimiento económico
A falha das agências de avaliação de risco de crédito em prever a inadimplência ajudaram a levar adiante a crise econômica. Elas precisam de mais do que um tapinha na mão.