Revista Mensual y Gratuita
Nº117, mayo 2013
Ingeniero Agrónomo de la Universidad de la República Oriental del Uruguay, Master en Economía Agraria de la Universidad Católica de Chile, PHD(C) en Economía Agraria de la Universidad de California, Campus Berkeley. Funcionario y consultor en OEA, ONU, FAO, FIDA, BID y Banco Mundial. Actualmente Presidente de Promesur Consulting Group y autor del blog www.carlosgarramon-reflexiones.blogspot.com
Este artigo destaca quatro emergentes paradigmas de forte incidência sobre o rumo da economia global: (i) a fragmentação e dispersão geográfica do processo capitalista de produção; (ii) a universalização e homogenização das pautas de consumo; (iii) a insubordinação da produção e do consumo ao capital financeiro e (iv) a crise e reformulação do Estado do bem-estar.
Este artículo destaca cuatro emergentes paradigmas de fuerte incidencia sobre el rumbo de la economía global: (i) la fragmentación y dispersión geográfica del proceso capitalista de producción, (ii) la universalización y homogenización de las pautas de consumo, (iii) la subordinación de la producción y el consumo al capital financiero y (iv) la crisis y reformulación del Estado del Bienestar
Depois de um verão seco e quente, globalizou-se a ilusão de que o outono proporcionaria um pouco mais de tranquilidade em relação a Europa, seus mercados e, fundamentalmente, sobre as economias mais afetadas pela crise. Esta onda de otimismo, que caracterizou agosto e o início de setembro, teve sua origem, primeiro, na firme declaração do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que destacou que “apesar de que a economia cairá na Europa em 2012, o euro é invencível”, seguida da contundente defesa do programa de compra de títulos da dívida soberana anunciada pelo BCE para aqueles países que expressamente a solicitassem.
After a dry and warm summer, the illusion was globalized that fall would bring a little more tranquility regarding Europe, its markets and, above all, the economies most affected by the crisis. This wave of optimism, which characterized August and the beginning of September, had its origin first, in the firm declaration of the President of the European central Bank, Mario Draghi, who pointed out that ‘in spite that the economy will fall in Europe in 2012, the euro is invincible’, followed by the decisive defense through the sovereign bonds purchase program announced by the ECB for those countries that were to explicitly request it.
Luego de un verano seco y caliente, se globalizó la ilusión que el otoño depararía un poco más de tranquilidad en relación a Europa, sus mercados y, fundamentalmente, sobre las economías más afectadas por la crisis. Esta ola de optimismo, que caracterizó agosto y el inicio de setiembre, tuvo su origen primero, en la firme declaración del Presidente del Banco Central Europeo, Mario Draghi, quien señaló que “a pesar que la economía caerá en Europa en 2012, el Euro es invencible”, seguida de la contundente defensa a través del programa de compra de bonos de deuda soberana anunciada por el BCE para aquellos países que expresamente la solicitasen.
Recession does not fold in Europe. Particularly, unemployment in the Euro Zone set a new historic record again after reaching 11.1%. Evidence of the profound deterioration added to extra-zone pressure, including President Obama and the International Monetary Fund, mobilized the bureaucratic scaffolding of the European Union. With the measures adopted in the Brussels Summit and the fall in the interest rate announced by the European Central Bank to a 0.75% -the lowest level since the EU was formed- a certain regain of trust was achieved. Markets celebrated with sharp rises the Monday following the Summit but the thrill caved in less than a week. The question is, how much of that trust will live on in a few months or perhaps in a few more weeks? I believe that if the process of transformations towards a Fiscal, Banking and Politic Union supported by a strong statutory base does not continue, the situation could worsen again. Let us reflect upon the accomplished improvements and what was left in the Summit’s agenda to be passed in upcoming meetings.
A recessão não cede na Europa. Em particular, o desemprego na Zona do Euro voltou a marcar um novo recorde histórico ao alcançar 11,1%. A evidência da aguda deterioração mais a pressão do extra-zona, incluindo o presidente Obama e o Fundo Monetário Internacional, mobilizou a burocrática estrutura da União Europeia.
La recesión no cede en Europa. En particular, el desempleo en la Zona Euro volvió a marcar un nuevo record histórico al alcanzar 11.1%. La evidencia del agudo deterioro más la presión de extra-zona, incluyendo al presidente Obama y al Fondo Monetario Internacional, movilizó el burocrático andamiaje de la Unión Europea.
O castigo dado às receitas de austeridade nas eleições da França e na Grécia vaticina um novo ciclo político na Europa e assegura que o crescimento retomará seu lugar nas cúpulas comunitárias. A vitória do candidato socialista colocou um freio ao castigo prussiano imposto por Merkozy ao “esbanjamento mediterrâneo”: cortes orçamentários sem sensibilidade social, limites extenuantes ao gasto e o déficit fiscal, flexibilização laboral e até redução de aposentadorias e pensões.
Punishment imparted upon recipes for austerity in France and Greece’s elections forecasts a new political cycle in Europe and ensures growth will regain its place in community summits. The triumph of the socialist candidate put a hold on the Prussian punishment imposed by Merkozy upon ‘Mediterranean squandering’: budget cut backs with no social sensitivity, extreme limitations on public expenditure and fiscal deficit, labor flexibility and even cut backs on retirement and pension funds.