Opinion Sur

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Revista Mensual y Gratuita
Nº117, mayo 2013

Opinión Sur Nº 104

What are the social responsibilities of financial institutions?

A lot has been said and written recently regarding the irresponsible behavior of financial institutions, which many claim was the cause of problems economy has been facing. Unbridled greed when time comes to exploit their privileged situation, wages and profits of their executives perceived as excessive, their reluctance to lend and invest, have become a subject of debate. And although in Latin America the crisis has not struck as hard, we cannot exempt the region’s institutions from responsibilities.

Opinión Sur Nº 104

Qual é a responsabilidade social das instituições financeiras?

É muito mais fácil falar de irresponsabilidades, o que tem consequências negativas visíveis, mas é mais difícil falar sobre quais são as responsabilidades, além de não cometer irresponsabilidades. As responsabilidades destas instituições diante da sociedade vão muito além de não fazer o mal, e ainda nisto, têm muita capacidade de fazê-lo sem que seja muito visível. Não é o mesmo que quando uma empresa contamina o ar ou vende um produto danoso para a saúde. Nas circunstâncias financeiras os danos podem ser mais graves, mas mais sutis. Analisemos quais são suas responsabilidades.

Opinión Sur Nº 104

¿Cuál es la responsabilidad social de las instituciones financieras?

Se ha hablado y escrito mucho recientemente sobre las irresponsabilidades de las instituciones financieras, que para muchos han sido el causante de los problemas que se han experimentado en la economía. La avaricia desmesurada a la hora de explotar su situación privilegiada, los sueldos y ganancias de sus ejecutivos percibidos como excesivos, su reticencia a prestar e invertir, se han convertido en tema de debate. Y aunque en América Latina la crisis no se ha sentido tanto, no podemos eximir a las instituciones de la región de responsabilidades.

Opinión Sur Nº 92

Confused, yes; stupid, not.

Unfortunately, corporate reputation is managed more on the basis of public relations than on the basis of responsible practices. Within this context, some suggest that the name Corporate Social Responsibility (CSR) is outdated and should be changed by that of Sustainability. Is it possible to change its nature by changing its name?

Opinión Sur Nº 92

Confusos, sim; estúpidos, não

Lamentavelmente, a reputação corporativa é gerida mais à base de relações públicas que à base de práticas responsáveis. Com esse pano de fundo, há os que propõem trocar o nome de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) pelo de Sustentabilidade. É possível que, ao mudar de nome, sua natureza mude?

Opinión Sur Nº 92

Confundidos sí; estúpidos no

Lamentablemente la reputación corporativa es gestionada más a base de relaciones públicas que a base de prácticas responsables. Con ese telón de fondo hay quienes proponen cambiarle el nombre a la Responsabilidad Social Empresarial (RSE) por el de Sostenibilidad. ¿Es posible que cambiando el nombre, cambie su naturaleza?

Opinión Sur Nº 91

Nem tudo o que pode ser medido, conta, e nem tudo o que conta pode ser medido

Parece que nos encontramos diante de um dilema. De um lado, a grande prioridade que se dá na gestão de negócios ao mensurável, ao tangível e, de outro, a dificuldade que muitas práticas responsáveis têm de demonstrar os benefícios mensuráveis. Acrescenta-se um comentário sobre a crítica dos estímulos internos de uma empresa.

Opinión Sur Nº 91

Not everything that can be counted counts nor everything that counts can be counted

We seem to be facing a dilemma. On the one hand, the great priority given in management to what is measurable, tangible, and on the other, the difficulty many responsible practices face in proving measurable benefits. Also, a comment is added on the critical incidence the internal stimuli of a company have.

Opinión Sur Nº 91

No todo lo que se puede medir cuenta, ni todo lo que cuenta se puede medir

Parece que nos encontrarnos ante un dilema. Por una parte, la gran prioridad que se le da en la gestión de negocios a lo medible, a lo tangible y, por otra, la dificultad que tienen muchas prácticas responsables de demostrar beneficios medibles. Además un comentario sobre la crítica incidencia de los estímulos internos de una empresa

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